A Universidade Anhembi Morumbi apresenta mais uma novidade: o sistema de Graduação Combinada. Nele é possível combinar seu curso inicial com outro e se especializar em duas áreas diferentes. No fim dos cursos o estudante recebe um Certificado de Complementação dos Estudos.
Os alunos aprovaram a proposta e acreditam que o modelo, que já é usado em diversas universidades do mundo, vai acrescentar muito em seus currículos. Adriano Maestrello, 20, cursa Aviação Civil e disse: "A idéia é interessante, para todos os cursos daqui". E completou: "Eu, por exemplo, posso combinar o meu curso com o de Administração, que é uma matéria que já faz parte do minha grade".
Uma das principais vantagens do sistema é a economia, o que também foi lembrado pelos estudantes. Felipe Alonso, 21, também de Aviação Civil comnetou: "São dois cursos ao mesmo tempo, então o custo e a duração são menores".
A interdiciplinaridade é um dos pontos fortes da proposta, que abrange todos os cursos e todos os campi. A escolha do curso adicional é feita no final do primeiro semestre do curso de origem, portanto o aluno não precisa decidir no momento da inscrição. As informações sobre a Graduação Modulada estão no site da Universidade: www.anhembi.br
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Semana de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi
Entre os dias 15 e 19 de outubro a Universidade Anhembi Morumbi realizou a VIII Semana de Jornalismo, na qual foram apresentadas diversas palestras nos campi Centro e Vila Olímpia. Foram convidados profissionais renomados do jornalismo nacional, que falaram sobre o ofício, contaram histórias de seu cotidiano e responderam às perguntas dos alunos.
Para abrir o evento, a primeira palestra contou com a presença das jornalistas Vera Diegole, editora-chefe do programa Repórter Eco da TV Cultura, e Denise Juliane, jornalista da Gazeta Mercantil e especialista em Responsabilidade Ambiental Corporativa. As palestrantes falaram dos impactos causados pela ação humana ao meio ambiente, principalmente com relação ao aquecimento global, e enfatizaram que a preservação está se mostrando lucrativa para muitas empresas.
Vera Diegole falou sobre suas experiências no comando do Repórter Eco, que completa 15 anos em 2007. O programa surgiu durante a Rio 92, uma conferência que reuniu 185 países no Rio de Janeiro para discutir a questão da sustentabilidade numa época em que o aquecimento global era apenas uma possibilidade. Na época surgiram várias revistas e veículos especializados em m,eio ambiente, que mais tarde desaparaceram. Porém, como disse Vera: "O Repórter Eco sobreviveu ao fim da Rio 92" e continua sendo o principal programa jornalístico dedicado ao tema.
Ainda segundo a palestrante, "O Repórter Eco se dedica a apresentar projetos e soluções, não fica apenas na denúncia". Aos poucos o programa ganhou mais tempo no ar (começou como um telejornal de apenas 5 minutos) e suas reportagens ganharam profundidade, o que lhe rendeu muitos prêmios.
Ao falar sobre sustentabilidade as duas convidadas concordam que são necessários incentivos financeiros para que tanto as empresas como a população em geral contribua com a causa, e que ainda faltam investimentos por parte do Governo Federal. Como exemplo dos efeitos do aquecimento global que já podem ser sentidos Vera citou as atuais viroses, que se tornaram cada vez mais comuns e são decorrentes das mudanças climáticas.
A maioria das palestras tiveram como tema o chamado "jornalismo de sustentabilidade", termo criado pela mídia para tornar o assunto mais atraente. Os estudantes, de modo geral, participaram ativamente dos eventos e se envolveram nessa causa que se mostra tão urgente no cenário atual.
Para abrir o evento, a primeira palestra contou com a presença das jornalistas Vera Diegole, editora-chefe do programa Repórter Eco da TV Cultura, e Denise Juliane, jornalista da Gazeta Mercantil e especialista em Responsabilidade Ambiental Corporativa. As palestrantes falaram dos impactos causados pela ação humana ao meio ambiente, principalmente com relação ao aquecimento global, e enfatizaram que a preservação está se mostrando lucrativa para muitas empresas.
Vera Diegole falou sobre suas experiências no comando do Repórter Eco, que completa 15 anos em 2007. O programa surgiu durante a Rio 92, uma conferência que reuniu 185 países no Rio de Janeiro para discutir a questão da sustentabilidade numa época em que o aquecimento global era apenas uma possibilidade. Na época surgiram várias revistas e veículos especializados em m,eio ambiente, que mais tarde desaparaceram. Porém, como disse Vera: "O Repórter Eco sobreviveu ao fim da Rio 92" e continua sendo o principal programa jornalístico dedicado ao tema.
Ainda segundo a palestrante, "O Repórter Eco se dedica a apresentar projetos e soluções, não fica apenas na denúncia". Aos poucos o programa ganhou mais tempo no ar (começou como um telejornal de apenas 5 minutos) e suas reportagens ganharam profundidade, o que lhe rendeu muitos prêmios.
Ao falar sobre sustentabilidade as duas convidadas concordam que são necessários incentivos financeiros para que tanto as empresas como a população em geral contribua com a causa, e que ainda faltam investimentos por parte do Governo Federal. Como exemplo dos efeitos do aquecimento global que já podem ser sentidos Vera citou as atuais viroses, que se tornaram cada vez mais comuns e são decorrentes das mudanças climáticas.
A maioria das palestras tiveram como tema o chamado "jornalismo de sustentabilidade", termo criado pela mídia para tornar o assunto mais atraente. Os estudantes, de modo geral, participaram ativamente dos eventos e se envolveram nessa causa que se mostra tão urgente no cenário atual.
Uma Verdade Inconveniente (mesmo!)
Ao assistir o documentário "Uma Verdade Inconveniente - Um aviso global", produzido em 2006 pelo ex-vice-presidente americano Al Gore é possível ter uma visão completa dos impactos que a humanidade causa ao meio ambiente e quais as consequências presentes e futuras desses efeitos.
Al Gore é um dos maiores ativistas do movimento que estuda o aquecimento global e que busca soluções para o problema - considerado por ele como "ético" e "moral" além de político. O filme apresenta uma conferência de Al Gore, além de histórias pessoais que se relacionam com a iniciativa de lutar por esse tema.
Os maiores disastres naturais que atingiram os Estados Unidos nos últimos anos são derivados das mudançãs climáticas e representam um novo período da história do mundo, em que se faz necessário um posicionamento mais rígico em relação à forma como lidamos com o meio ambiente. Um dos pontos levantados por Al Gore é justamente o desenvolvimento sustentável, já aplicado com sucesso nas maiores potências mundiais mas ainda visto com receio pelo governo americano.
Segundo o próprio Al Gore, essa palestra já foi apresentada mais de mil vezes, em diversas cidades dos Estados Unidos, e visa abrir os olhos dos maiores líderes e da população aos efeitos do aquecimento global e quais as alternativas que levariam o meio ambiente a se recuperar gradativamente.O conferencista enfatiza a posição do governo de George W. Bush - que o derrotou nas eleições presidenciais de 2000 - que, apesar de ter se comprometido em tratar o problema ambiental, não tomou as providênicias necessárias e se recusou a ratificar o Protocolo de Kioto, no qual os países mais industrializados se comprometiam a reduzir as emissões de dióxido de carbono (principal causador do efeito estufa).O documentário, dirigido por David Guggenheim, se revela como uma ferramenta extremamente eficaz de se debater o assunto, tão importante para essa e próximas gerações. Como lembra Al Gore durante a conferência, nas palavras de Winston Churchill: "Viveremos uma época de consequências".
Al Gore é um dos maiores ativistas do movimento que estuda o aquecimento global e que busca soluções para o problema - considerado por ele como "ético" e "moral" além de político. O filme apresenta uma conferência de Al Gore, além de histórias pessoais que se relacionam com a iniciativa de lutar por esse tema.
Os maiores disastres naturais que atingiram os Estados Unidos nos últimos anos são derivados das mudançãs climáticas e representam um novo período da história do mundo, em que se faz necessário um posicionamento mais rígico em relação à forma como lidamos com o meio ambiente. Um dos pontos levantados por Al Gore é justamente o desenvolvimento sustentável, já aplicado com sucesso nas maiores potências mundiais mas ainda visto com receio pelo governo americano.
Segundo o próprio Al Gore, essa palestra já foi apresentada mais de mil vezes, em diversas cidades dos Estados Unidos, e visa abrir os olhos dos maiores líderes e da população aos efeitos do aquecimento global e quais as alternativas que levariam o meio ambiente a se recuperar gradativamente.O conferencista enfatiza a posição do governo de George W. Bush - que o derrotou nas eleições presidenciais de 2000 - que, apesar de ter se comprometido em tratar o problema ambiental, não tomou as providênicias necessárias e se recusou a ratificar o Protocolo de Kioto, no qual os países mais industrializados se comprometiam a reduzir as emissões de dióxido de carbono (principal causador do efeito estufa).O documentário, dirigido por David Guggenheim, se revela como uma ferramenta extremamente eficaz de se debater o assunto, tão importante para essa e próximas gerações. Como lembra Al Gore durante a conferência, nas palavras de Winston Churchill: "Viveremos uma época de consequências".
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