A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenana pela 7ª Vara Cível de Goiânia a pagar indenização de 10 mil reais a uma viúva que diz ter sido pressionada a doar seu carro à instituição. De acordo com o Tribunal de Justiça de Goiás, a viúva contou que a filha passou a freqüentar a igreja após a morte do pai e aos poucos foi sendo pressionada a fazer doações "exacerbadas" com a promessa de ser recompensada em dobro.
Contou também que foi convencida pela filha a assinar um documento em branco, que mais tarde permitiu que o carro fosse vendido. Ao perceber o golpe, a viúva tentou reaver o veículo na própria igreja, onde foi "maltratada, agredida fisicamente e humilhada".
Para o juíz Jeová Sardinha de Moraes, que cuida do caso, a Universal agiu de má-fé ao aceitar um carro de quem não era proprietária.
A Folha de São Paulo, que publicou a notícia, entrou em contato com a assessoria de imprensa da Igreja Universal mas não obteve resposta.
http://http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u351461.shtml
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
PAC? CPMF primeiro...
Hoje de manhã o presidente Lula se reuniu com 20 governadores e 2 vice-governadores para lançar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Saúde no Palácio do Planalto. Na verdade o encontro acabou funcionando apenas como incentivo à prorrogação da CPMF. A maioria dos presentes se mostrou favorável à aprovação do "imposto do cheque". Que essa história ainda vai durar muito dentro da política é certo, mas está na hora de perguntar: afinal, cadê o PAC?
O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, do PSDB, disse até que a não prorrogação do imposto é um erro que o partido estaria cometendo, e que pode "inviabilizar o País a partir de 2010" - ano em que os tucanos pretendem voltar ao governo.
Para a reunião de hoje foi convidado Adib Jatene, ex-ministro da Saúde, para defender o imposto que ele ajudou a criar. Com isso resta saber até quando assuntos mais urgentes do país serão deixados em segundo plano para que a CPMF seja dicutida (de novo). O final dessa história todo mundo já sabe.
O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, do PSDB, disse até que a não prorrogação do imposto é um erro que o partido estaria cometendo, e que pode "inviabilizar o País a partir de 2010" - ano em que os tucanos pretendem voltar ao governo.
Para a reunião de hoje foi convidado Adib Jatene, ex-ministro da Saúde, para defender o imposto que ele ajudou a criar. Com isso resta saber até quando assuntos mais urgentes do país serão deixados em segundo plano para que a CPMF seja dicutida (de novo). O final dessa história todo mundo já sabe.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
O IDH e as celas mistas do Pará
De acordo com o relatório de Desenvolvimento Humano 2007-2008 divulgado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da ONU, o Brasil se encaixa agora entre as nações em "alto desenvolvimento humano". Isso porque o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) brasileiro ficou em 0,8 em uma escala que vai de 0 a 1. O IDH se baseia nas taxas de alfabetização, riqueza, educação, esperança de vida, natalidade, entre outros fatores para avaliar a qualidade de vida da população. Ano passado o IDH do país ficou em 0,792.
Ao saber do resultado, o presidente Lula disse "que o país vive um momento tão especial que nós poderemos nos dar ao luxo de dizer que 'somos abençoados por Deus'".
Na mesma semana foi descoberto que uma menina de 15 anos esteve detida por mais de 20 dias numa cela com cerca de 20 homens em Abaetetuba, no Pará. Uma reportagem publicada hoje na Folha de São Paulo revela que casos de celas mistas são comuns no interior do estado.
O resultado do relátorio da ONU é realmente animador, mas alegar que somos uma nação abençoada diante de casos como esse e o do morador de rua que foi queimado no centro de São Paulo na madrugada de terça-feira é frustrante para a população que vê tudo isso de perto.
O aumento de 0,008 no IDH brasileiro não representa nada para as meninas paraenses que continuam sendo violentadas dentro de celas mistas ou para o moradores de rua dos grandes centros. É apenas um dado burocrático, que não reflete a realidade do país, já que por aqui, não houve aumento de qualidade de vida nenhum.
http://http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u349653.shtml
http://http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u349308.shtml
http://http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/11/27/ult4728u5243.jhtm
Ao saber do resultado, o presidente Lula disse "que o país vive um momento tão especial que nós poderemos nos dar ao luxo de dizer que 'somos abençoados por Deus'".
Na mesma semana foi descoberto que uma menina de 15 anos esteve detida por mais de 20 dias numa cela com cerca de 20 homens em Abaetetuba, no Pará. Uma reportagem publicada hoje na Folha de São Paulo revela que casos de celas mistas são comuns no interior do estado.
O resultado do relátorio da ONU é realmente animador, mas alegar que somos uma nação abençoada diante de casos como esse e o do morador de rua que foi queimado no centro de São Paulo na madrugada de terça-feira é frustrante para a população que vê tudo isso de perto.
O aumento de 0,008 no IDH brasileiro não representa nada para as meninas paraenses que continuam sendo violentadas dentro de celas mistas ou para o moradores de rua dos grandes centros. É apenas um dado burocrático, que não reflete a realidade do país, já que por aqui, não houve aumento de qualidade de vida nenhum.
http://http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u349653.shtml
http://http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u349308.shtml
http://http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2007/11/27/ult4728u5243.jhtm
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Jornalismo em 1º lugar na Fuvest
O curso mais concorrido da Fuvest 2008 é o de Jornalismo, com 41 alunos por vaga. Depois vêm Publicidade e Propaganda e Relações Internacionais. Medicina, um dos cursos mais tradicionais da Universidade de São Paulo ficou em quinto lugar, por ter um número maior de vagas.
Como estudante de jornalismo eu fico contente de saber que a área está ficando mais popular e acho isso muito positivo para o futuro da imprensa no Brasil, porém é preciso lembrar que o curso também é o que apresenta a maior taxa de evasão na maioria das universidades.
Nessa época do ano é comum ouvir entre os vestibulandos que o difícil não é entrar na faculdade, e sim sair dela. Verdade. Grande parte dos calouros entra na universidade muito cedo: logo que completam o Ensino Médio, ou então após um ano de cursinho. Quando entram no mundo acadêmico percebem que o ritmo de trabalho é outro, que as exigências agora não são uma obrigação para com a instituição, mas têm a ver com o futuro desses jovens.
O Jornalismo em particular exige uma dedicação que só virá daqueles que realmente acreditam na profissão. É quase uma ideologia. Não é simplesmente saber escrever bem.
Desde o começo do curso eu vi muita gente sair porque se decepcionou, porque esperava outra coisa. Por isso é importante conhecer o dia-a-dia da profissão, a grade curricular, a bibliografia...enfim, o máximo que puder sobre o curso antes de fazer a prova.
Qualquer área exige esforço e muita dedicação. Nesse momento não é preciso ter pressa. Nem adianta se sentir culpado por não saber o que fazer da vida. Uma escolha consciente requer mais tempo, mas vale mais a pena. Ao escolher uma profissão que não se conhece direito ou que não se gosta é quase certo que a frustração não deixe o estudante terminar o curso ou então o transforme em um profissional medíocre, sempre longe de seu potencial.
As chances no mercado e a remuneração acabam se tornando decisivas nessa hora, mas não deveriam. Sempre existirá espaço para quem faz o que gosta. Porque quem acredita no que faz, faz seu próprio caminho.
Vale a pena pensar um pouquinho nisso antes de escolher. Boa Prova!
Como estudante de jornalismo eu fico contente de saber que a área está ficando mais popular e acho isso muito positivo para o futuro da imprensa no Brasil, porém é preciso lembrar que o curso também é o que apresenta a maior taxa de evasão na maioria das universidades.
Nessa época do ano é comum ouvir entre os vestibulandos que o difícil não é entrar na faculdade, e sim sair dela. Verdade. Grande parte dos calouros entra na universidade muito cedo: logo que completam o Ensino Médio, ou então após um ano de cursinho. Quando entram no mundo acadêmico percebem que o ritmo de trabalho é outro, que as exigências agora não são uma obrigação para com a instituição, mas têm a ver com o futuro desses jovens.
O Jornalismo em particular exige uma dedicação que só virá daqueles que realmente acreditam na profissão. É quase uma ideologia. Não é simplesmente saber escrever bem.
Desde o começo do curso eu vi muita gente sair porque se decepcionou, porque esperava outra coisa. Por isso é importante conhecer o dia-a-dia da profissão, a grade curricular, a bibliografia...enfim, o máximo que puder sobre o curso antes de fazer a prova.
Qualquer área exige esforço e muita dedicação. Nesse momento não é preciso ter pressa. Nem adianta se sentir culpado por não saber o que fazer da vida. Uma escolha consciente requer mais tempo, mas vale mais a pena. Ao escolher uma profissão que não se conhece direito ou que não se gosta é quase certo que a frustração não deixe o estudante terminar o curso ou então o transforme em um profissional medíocre, sempre longe de seu potencial.
As chances no mercado e a remuneração acabam se tornando decisivas nessa hora, mas não deveriam. Sempre existirá espaço para quem faz o que gosta. Porque quem acredita no que faz, faz seu próprio caminho.
Vale a pena pensar um pouquinho nisso antes de escolher. Boa Prova!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Graduação Combinada na Anhembi Morumbi
A Universidade Anhembi Morumbi apresenta mais uma novidade: o sistema de Graduação Combinada. Nele é possível combinar seu curso inicial com outro e se especializar em duas áreas diferentes. No fim dos cursos o estudante recebe um Certificado de Complementação dos Estudos.
Os alunos aprovaram a proposta e acreditam que o modelo, que já é usado em diversas universidades do mundo, vai acrescentar muito em seus currículos. Adriano Maestrello, 20, cursa Aviação Civil e disse: "A idéia é interessante, para todos os cursos daqui". E completou: "Eu, por exemplo, posso combinar o meu curso com o de Administração, que é uma matéria que já faz parte do minha grade".
Uma das principais vantagens do sistema é a economia, o que também foi lembrado pelos estudantes. Felipe Alonso, 21, também de Aviação Civil comnetou: "São dois cursos ao mesmo tempo, então o custo e a duração são menores".
A interdiciplinaridade é um dos pontos fortes da proposta, que abrange todos os cursos e todos os campi. A escolha do curso adicional é feita no final do primeiro semestre do curso de origem, portanto o aluno não precisa decidir no momento da inscrição. As informações sobre a Graduação Modulada estão no site da Universidade: www.anhembi.br
Os alunos aprovaram a proposta e acreditam que o modelo, que já é usado em diversas universidades do mundo, vai acrescentar muito em seus currículos. Adriano Maestrello, 20, cursa Aviação Civil e disse: "A idéia é interessante, para todos os cursos daqui". E completou: "Eu, por exemplo, posso combinar o meu curso com o de Administração, que é uma matéria que já faz parte do minha grade".
Uma das principais vantagens do sistema é a economia, o que também foi lembrado pelos estudantes. Felipe Alonso, 21, também de Aviação Civil comnetou: "São dois cursos ao mesmo tempo, então o custo e a duração são menores".
A interdiciplinaridade é um dos pontos fortes da proposta, que abrange todos os cursos e todos os campi. A escolha do curso adicional é feita no final do primeiro semestre do curso de origem, portanto o aluno não precisa decidir no momento da inscrição. As informações sobre a Graduação Modulada estão no site da Universidade: www.anhembi.br
Semana de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi
Entre os dias 15 e 19 de outubro a Universidade Anhembi Morumbi realizou a VIII Semana de Jornalismo, na qual foram apresentadas diversas palestras nos campi Centro e Vila Olímpia. Foram convidados profissionais renomados do jornalismo nacional, que falaram sobre o ofício, contaram histórias de seu cotidiano e responderam às perguntas dos alunos.
Para abrir o evento, a primeira palestra contou com a presença das jornalistas Vera Diegole, editora-chefe do programa Repórter Eco da TV Cultura, e Denise Juliane, jornalista da Gazeta Mercantil e especialista em Responsabilidade Ambiental Corporativa. As palestrantes falaram dos impactos causados pela ação humana ao meio ambiente, principalmente com relação ao aquecimento global, e enfatizaram que a preservação está se mostrando lucrativa para muitas empresas.
Vera Diegole falou sobre suas experiências no comando do Repórter Eco, que completa 15 anos em 2007. O programa surgiu durante a Rio 92, uma conferência que reuniu 185 países no Rio de Janeiro para discutir a questão da sustentabilidade numa época em que o aquecimento global era apenas uma possibilidade. Na época surgiram várias revistas e veículos especializados em m,eio ambiente, que mais tarde desaparaceram. Porém, como disse Vera: "O Repórter Eco sobreviveu ao fim da Rio 92" e continua sendo o principal programa jornalístico dedicado ao tema.
Ainda segundo a palestrante, "O Repórter Eco se dedica a apresentar projetos e soluções, não fica apenas na denúncia". Aos poucos o programa ganhou mais tempo no ar (começou como um telejornal de apenas 5 minutos) e suas reportagens ganharam profundidade, o que lhe rendeu muitos prêmios.
Ao falar sobre sustentabilidade as duas convidadas concordam que são necessários incentivos financeiros para que tanto as empresas como a população em geral contribua com a causa, e que ainda faltam investimentos por parte do Governo Federal. Como exemplo dos efeitos do aquecimento global que já podem ser sentidos Vera citou as atuais viroses, que se tornaram cada vez mais comuns e são decorrentes das mudanças climáticas.
A maioria das palestras tiveram como tema o chamado "jornalismo de sustentabilidade", termo criado pela mídia para tornar o assunto mais atraente. Os estudantes, de modo geral, participaram ativamente dos eventos e se envolveram nessa causa que se mostra tão urgente no cenário atual.
Para abrir o evento, a primeira palestra contou com a presença das jornalistas Vera Diegole, editora-chefe do programa Repórter Eco da TV Cultura, e Denise Juliane, jornalista da Gazeta Mercantil e especialista em Responsabilidade Ambiental Corporativa. As palestrantes falaram dos impactos causados pela ação humana ao meio ambiente, principalmente com relação ao aquecimento global, e enfatizaram que a preservação está se mostrando lucrativa para muitas empresas.
Vera Diegole falou sobre suas experiências no comando do Repórter Eco, que completa 15 anos em 2007. O programa surgiu durante a Rio 92, uma conferência que reuniu 185 países no Rio de Janeiro para discutir a questão da sustentabilidade numa época em que o aquecimento global era apenas uma possibilidade. Na época surgiram várias revistas e veículos especializados em m,eio ambiente, que mais tarde desaparaceram. Porém, como disse Vera: "O Repórter Eco sobreviveu ao fim da Rio 92" e continua sendo o principal programa jornalístico dedicado ao tema.
Ainda segundo a palestrante, "O Repórter Eco se dedica a apresentar projetos e soluções, não fica apenas na denúncia". Aos poucos o programa ganhou mais tempo no ar (começou como um telejornal de apenas 5 minutos) e suas reportagens ganharam profundidade, o que lhe rendeu muitos prêmios.
Ao falar sobre sustentabilidade as duas convidadas concordam que são necessários incentivos financeiros para que tanto as empresas como a população em geral contribua com a causa, e que ainda faltam investimentos por parte do Governo Federal. Como exemplo dos efeitos do aquecimento global que já podem ser sentidos Vera citou as atuais viroses, que se tornaram cada vez mais comuns e são decorrentes das mudanças climáticas.
A maioria das palestras tiveram como tema o chamado "jornalismo de sustentabilidade", termo criado pela mídia para tornar o assunto mais atraente. Os estudantes, de modo geral, participaram ativamente dos eventos e se envolveram nessa causa que se mostra tão urgente no cenário atual.
Uma Verdade Inconveniente (mesmo!)
Ao assistir o documentário "Uma Verdade Inconveniente - Um aviso global", produzido em 2006 pelo ex-vice-presidente americano Al Gore é possível ter uma visão completa dos impactos que a humanidade causa ao meio ambiente e quais as consequências presentes e futuras desses efeitos.
Al Gore é um dos maiores ativistas do movimento que estuda o aquecimento global e que busca soluções para o problema - considerado por ele como "ético" e "moral" além de político. O filme apresenta uma conferência de Al Gore, além de histórias pessoais que se relacionam com a iniciativa de lutar por esse tema.
Os maiores disastres naturais que atingiram os Estados Unidos nos últimos anos são derivados das mudançãs climáticas e representam um novo período da história do mundo, em que se faz necessário um posicionamento mais rígico em relação à forma como lidamos com o meio ambiente. Um dos pontos levantados por Al Gore é justamente o desenvolvimento sustentável, já aplicado com sucesso nas maiores potências mundiais mas ainda visto com receio pelo governo americano.
Segundo o próprio Al Gore, essa palestra já foi apresentada mais de mil vezes, em diversas cidades dos Estados Unidos, e visa abrir os olhos dos maiores líderes e da população aos efeitos do aquecimento global e quais as alternativas que levariam o meio ambiente a se recuperar gradativamente.O conferencista enfatiza a posição do governo de George W. Bush - que o derrotou nas eleições presidenciais de 2000 - que, apesar de ter se comprometido em tratar o problema ambiental, não tomou as providênicias necessárias e se recusou a ratificar o Protocolo de Kioto, no qual os países mais industrializados se comprometiam a reduzir as emissões de dióxido de carbono (principal causador do efeito estufa).O documentário, dirigido por David Guggenheim, se revela como uma ferramenta extremamente eficaz de se debater o assunto, tão importante para essa e próximas gerações. Como lembra Al Gore durante a conferência, nas palavras de Winston Churchill: "Viveremos uma época de consequências".
Al Gore é um dos maiores ativistas do movimento que estuda o aquecimento global e que busca soluções para o problema - considerado por ele como "ético" e "moral" além de político. O filme apresenta uma conferência de Al Gore, além de histórias pessoais que se relacionam com a iniciativa de lutar por esse tema.
Os maiores disastres naturais que atingiram os Estados Unidos nos últimos anos são derivados das mudançãs climáticas e representam um novo período da história do mundo, em que se faz necessário um posicionamento mais rígico em relação à forma como lidamos com o meio ambiente. Um dos pontos levantados por Al Gore é justamente o desenvolvimento sustentável, já aplicado com sucesso nas maiores potências mundiais mas ainda visto com receio pelo governo americano.
Segundo o próprio Al Gore, essa palestra já foi apresentada mais de mil vezes, em diversas cidades dos Estados Unidos, e visa abrir os olhos dos maiores líderes e da população aos efeitos do aquecimento global e quais as alternativas que levariam o meio ambiente a se recuperar gradativamente.O conferencista enfatiza a posição do governo de George W. Bush - que o derrotou nas eleições presidenciais de 2000 - que, apesar de ter se comprometido em tratar o problema ambiental, não tomou as providênicias necessárias e se recusou a ratificar o Protocolo de Kioto, no qual os países mais industrializados se comprometiam a reduzir as emissões de dióxido de carbono (principal causador do efeito estufa).O documentário, dirigido por David Guggenheim, se revela como uma ferramenta extremamente eficaz de se debater o assunto, tão importante para essa e próximas gerações. Como lembra Al Gore durante a conferência, nas palavras de Winston Churchill: "Viveremos uma época de consequências".
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